"Eu li um livro de um escritor muito famoso, Kafka, O Processo, no qual o mesmo inicia perguntando por que fui acusado se sou inocente..."O que eu mais fico impressionado é até onde vão tais sujeitinhos para livrarem suas caras. Eles mentem, choram, matam, viram amigos de seus inimigos, recitam poemas, trechos de obras clássicas, enfim, vale tudo nessa farra desenfreada de mentiras e hipocrisias.
Pensam nossos governantes, que governam um País composto apenas por pobres figuras analfabetas e desinformadas. Acreditam que não existem pessoas com mais intelecto do que eles. Para os políticos brasileiros somos todos uns bandos de “Zés Manés”.
Segue abaixo trechos do livro, para podermos fazer comparações dignas, e vermos se estamos realmente cometendo injustiça com alguém. Tenho certeza de que a única injustiça que estamos cometendo, é manter aquele ser desprezível chamado José Sarney de Araújo Costa vivo e lá no poder.
Conheça um pouco o livro
O romance conta a história de Josef K., bancário que é processado sem saber o motivo. A figura de Josef K. é o paradigma do perseguido que desconhece as causas reais de sua perseguição, tendo que se ater apenas às elucidações alegóricas e falaciosas advindas de variadas fontes.
Nesta obra, o protagonista, atônito, ao ser informado que contra ele havia um processo judicial (ao qual ele jamais terá acesso e fundado numa acusação que ele jamais conhecerá), percorre as vielas e becos da burocracia estatal, cumpre ritos inexplicáveis, comparece a tribunais estapafúrdios, submete-se a ordens desconexas e se vê de tal modo enredado numa situação ilógica, que a narrativa aproxima-se (e muito) da descrição de confusos pesadelos.
Vocês estão acompanhando, estão vendo como nossos políticos são figuras excêntricas e de certa forma divertidas. Lendo isso (trechos do livro O Processo), tenho vontade de rir. Acredito que estes seres vieram ao mundo (mas propriamente ao Brasil) para nos divertir. Falam coisas que nem o saudoso bozo teria coragem de dizer. Só está faltando o menino Juca, ou será que já não temos o menino Lula?
Bom seria se a realidade imitasse a ficção
"Sem motivo Josef K. é capturado e interrogado em seu aniversário de 30 anos. As circunstâncias são grotescas, ninguém conhece a lei e a corte permanece anônima. A "culpa", descobre Josef K., torna-se-lhe inerente, sem que ele possa fazer algo contra isso. Obstinadamente, mas sem sucesso, ele tenta lutar contra o crescente absurdo e envolvimento, ignora todo aviso de resistência e é por fim executado um ano depois nos portões da cidade."
Bom, já que nosso querido e injustiçado Sarney se auto intitula um personagem do livro O Processo, façamos então o seguinte: passamos acreditar em suas histórias, mas teremos de ser fiel ao livro, e nosso herói ao final deve ser morto. Vamos perguntar se nosso algoz aventureiro José Sarney, gostaria de ter um fim assim, como em um livro de Franz Kafka. Isso seria simplesmente um épico.